geracao y 409 x 250A Geração Y ficou estigmatizada por ser indisciplinada, infiel e insubordinada. Agora, as empresas começam a perceber que se apressaram nessa generalização e passam a mudar o discurso.

Apressados. Ansiosos. Ambiciosos. Tecnológicos. Esses são alguns dos muitos adjetivos atribuídos à Geração Y, grupo de pessoas que, segundo a literatura americana, nasceram a partir de 1978. Uma turma difícil de lidar, infiel, insubordinada e indisciplinada, que vem causando conflitos com gerações anteriores no ambiente de trabalho.

Nos últimos cinco anos, esse discurso ganhou força e foi replicado inúmeras vezes entre acadêmicos, consultores e profissionais de recursos humanos.

Começou, então, uma corrida das empresas para se moldar a esse público, mudando formas de atrair, recrutar, reter e de se relacionar, e houve uma explosão de receitas de como entender esse novo público. Do outro lado, rotulada, essa geração, que muitas vezes nem sequer sabia que se chama Y, começou a forçar o estereótipo para não decepcionar o discurso corporativo. E aí a confusão foi instalada. Afinal ao estudar um pouquinho mais o assunto, alguns já começaram a notar que não existe de fato um grupo tão diferente assim. Existe apenas um grupo de jovens profissionais vivendo num mundo diferente. “Não é negar que há diferenças, mas não se pode justificar isso com base apenas na idade”, diz o professor Renato Guimarães, da Fundação Getulio Vargas de são Paulo (FGV).

Veja a seguir o que realmente essa geração traz de novo e o que não passa de mito ou, simplesmente, características atribuídas a uma fase de vida ou a um momento favorável da economia brasileira.

Ansiosos, apressados e ambiciosos. E você, já não foi assim?
“Quando eu era trainee, também queria subir rápido na carreira e tinha um discurso ambicioso”, diz Guilherme Rhinow, diretor de desenvolvimento humano e organizacional da Votorantim Cimentos, hoje com 42 anos. Sua afirmação levanta a dúvida sobre a principal característica dada a essa geração. Afinal, ter pressa e querer subir na carreira é desejo dos chamados Y, ou um traço comum dos jovens, independentemente da época em que eles viveram? “Se você pesquisar uma revista Fortune de 1979, vai encontrar todas essas características no jovem profissional da época, mas ele era chamado de baby boomer”, diz Alexandre Santille, sócio da consultoria LAB SSJ. Segundo Maira Habimorad, sócia do Grupo DMRH, a diferença entre a pressa do jovem da década passada e a do pessoal de hoje está na fala, e não no ideal. “O que talvez os jovens de hoje façam com mais frequência, ou mais abertamente, é exigir esse crescimento”, diz Maira. “A vontade de crescer rápido pode ser igual à dos demais profissionais, mas os jovens deixam isso claro para quem tem de saber isso, algo que em outras épocas ficava velado.”

Infiéis que querem estabilidade?
A reclamação vem de muitos gestores de RH: “Esses jovens não são comprometidos com a empresa”. Em parte, a afirmação é verídica. Só em parte. Porque não se trata de jovens que não param na companhia, mas de profissionais brasileiros de uma forma geral. Afinal, o mercado nunca esteve tão aquecido, o que gera rotatividade maior de pessoas, e isso não tem a ver com idade. Dizer, portanto, que a nova geração é infiel é bancar uma generalização sem conceitos. “Outro dia uma aluna me disse que queria ficar muito tempo na empresa mas tinha vergonha de falar isso”, conta Renato Guimarães, da FGV. A realidade é que os jovens querem, sim, ficar no emprego por um longo tempo, desde que, claro, sejam oferecidos “projetos nos quais aprendam e agreguem”, ressalta Maira. O que faz sentido para qualquer pessoa.

Para Guilherme Rhinow, o que faz esse jovem sair é trabalhar ao lado de gestores medíocres. “Numa economia aquecida, é mais fácil ainda se desligar”, diz. De acordo com a última pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, da Cia. de Talentos, que faz parte do Grupo DMRH, 41% dos jovens esperam trabalhar mais de 20 anos na mesma organização (desde que seja a empresa de seus sonhos). Em segundo lugar no ranking da pesquisa – atrás do Google – está a Petrobras, um símbolo de estabilidade. Resultado que combina com a realidade do país, que registrou um aumento de 15% em 2011 na procura por concursos públicos Não dá para tachar esse público, que busca estabilidade e segurança, de infiel, certo?

Desprezo pela hierarquia (ou, simplesmente, desapego)
Aqui há quase um consenso. Esse jovem, sim, tem uma relação diferente com seus chefes das dos jovens de outras épocas. Mas que fique claro: há um desapego a relações de hierarquia (e não desrespeito). “Isso começou com a mudança da estrutura familiar, que assistiu à entrada da mulher no mercado de trabalho e à ausência maior dos pais em casa”, diz Alexandre Santille, da LAB SSJ. “Os pais, antes chamados de ‘senhor e senhora’, passaram a ser amigos dos filhos, que levam esse ensinamento para o trabalho.” Santille ainda reforça que parte desse comportamento é aderido e, muitas vezes, valorizado pelas organizações de uma forma geral. Hoje, há menos divisórias nos escritórios, o cargo saiu do crachá, o chefe virou líder e até a roupa de trabalho é mais informal.

Virtuais x presenciais
Não há como negar que a Geração Y nasceu num contexto tecnológico bem mais avançado que o de gerações passadas. Obviamente, isso impacta na sua relação não só com o trabalho, mas com a vida. Para Santille, a facilidade de se obter conhecimento, a rapidez das informações e as redes sociais afetam mais a Geração Y do que os mais velhos. “Isso faz com que tenhamos jovens com conhecimento mais abrangente, porém, menos profundo”, afirma. “O jovem, em geral, se satisfaz rápido com a informação superficial, conquistada facilmente.” É exagerada, no entanto, a visão de que esse público só sabe se comunicar por mensagens eletrônicas e tem o computador como melhor amigo. “Essa geração é mais tecnológica, mas isso não significa que não compreenda ou se comunique de outras formas”, diz Maira.

Sombra, suor e água fresca
A ideia de que somente os jovens de hoje é que buscam mais tempo para a vida pessoal também é distorcida. “Se fosse assim, não teríamos um jovem trabalhando em banco de investimento”, diz Renato Guimarães. O consultor Alexandre Santille acredita que esse é um desejo que o jovem sempre teve, não importa a época em que viveu, até encarar o mercado de trabalho. “O jovem sempre buscou qualidade de vida. O que mudou é que agora ele se sente à vontade para falar isso. Antes pegava mal.” Para Maira, da Cia. de Talentos, a diferença não está apenas em ser mais aberto no discurso, mas num mundo diferente, que provoca reflexões diversas. “Talvez a qualidade de vida tenha um peso maior para esse público porque no passado existia uma separação clara entre trabalho e lazer”, diz. “Claro que as pessoas trabalhavam até tarde, mas uma vez que saíam do escritório, não tinham como acessar o que ficou lá.”

A experiência de Maira com jovens mostra que essa geração está bem consciente de que no mundo de hoje não é possível trabalhar pouco e ganhar muito e que qualidade de vida não significa deixar de trabalhar à noite ou no fim de semana. “Esse grupo quer perceber que existe uma troca e flexibilidade por parte da empresa.”
E quem não quer?

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GGB logo

No final do ano passado, ou seja, em dezembro de 2011, iniciamos um projeto de implementar os critérios do Sistema 5 na empresa GGB Plast Brinquedos e Utilidades Ltda, com sede em Caxias do Sul / RS.

O projeto, além dos tradicionais desafios, somou-se a um expressivo, adequar todas as rotinas, assim como criar novas em tempo recorde: 3 meses!

Para conseguirmos superar este desafio de forma que os colaboradores da GGB Plast consigam assimilar e adaptar estes novos conceitos de acordo com a sua realidade em um curto espaço de tempo, realizamos uma atividade de benchmarking (clique aqui), assim como foi realizado um evento de conscientização com a participação de todos os colaboradores.

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Neste evento apresentamos o histórico da empresa, apresentando os desafios iniciais e como eles foram superados como uma justificativa para convidá-los para este novo desafio. Também apresentamos os critérios do Sistema 5, convidando para dar sustentação a esta mudança de comportamento através da implementação em paralelo dos conceitos do Programa 5S.

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No final deste evento, convidamos todos os participantes a participarem de uma atividade vivencial, uma dinâmica, utilizando a metodologia do AVAL (Aprendizado Vivencial ao Ar Livre).

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Estamos certos que teremos muitas dificuldades ao longo destes 3 meses, mas se visualizarmos em conjunto os benefícios para a empresa e para os colaboradores, as exigências estabelecidas pelo Sistema 5 serão implementadas com muito PIC (Participação, Interesse e Colaboração)!

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126437542851PC0pÉ triste ver o propulsor de uma empresa familiar com a visão da imortalidade. Não querem fazer processo sucessório, não querem se aposentar, não tiram férias, não tem lazer, seu corpo, coração e alma estão dentro da empresa.

Ela é o ar que ele respira e também sua vida.

Geralmente não delegam… pois têm a certeza que ninguém fará melhor que eles, também por isso não existe vida fora da empresa.

Quando perguntamos por que ele se “escraviza” dentro de sua empresa, a resposta é nós sabemos décor: “faço todo este sacrifício pela minha família, não é para mim e sim para eles”.

A resposta é sempre a mesma, mas também sabemos que a empresa na realidade é sua vida, sua alma… e também quando sua vida terminar, a empresa com certeza terminará com ele.

Têm verdadeiro horror só de falar na palavra “sucessão”, pois imagina que ninguém conseguirá gerir a empresa sem ele… é o próprio Deus e sua criação.

Sua família, muitas vezes com ele não tira férias, não têm lazer e nem consegue ter vida própria… porque ele toma as rédeas da empresa e das vidas de sua família e seus funcionários. É a criatura e sua criação… criação esta que na maioria das vezes o cega e dá a falsa ilusão que tanto ela quanto ele são perpétuos.

Mas, como a natureza é sábia e não deixa nada de novo nascer sem que o velho morra… e isso é uma lei universal.
“Para que uma nova flor nasça, é necessário que a velha flor morra”.

Seus herdeiros até poderiam amar a empresa, se ela não lhes roubassem o pai, o amigo, o companheiro e as conversas que nunca tiveram e talvez nunca tenham.

Para o empreendedor ninguém é bom o suficiente para substituí-lo, é o próprio insubstituível… nunca prestou atenção que o cemitério está lotado de pessoas insubstituíveis… e com muitas delas, suas empresas, sonhos, trabalho e muitas coisas importantes que deixaram para trás e nunca mais poderão ter a chance de tê-las novamente.

Só existe uma coisa certa nesta vida… “o agora”, o restante é ilusão, a empresa é uma ilusão, uma desculpa para dizer que ele não somente passou por esta vida, mas que construiu algo importante, que fez a diferença.

Muitos homens na história criaram mais que empresas, criaram sabedoria, deram amor, paz a muitos que necessitavam, fizeram realmente a diferença e, no entanto ninguém se lembra deles.

É muito doloroso ver nos olhos dos filhos, da esposa e funcionários reféns de uma pessoa e sua empresa e que dentro de si sabem que quando o “chefe” se for, seus empregos e muito de suas vidas irão junto com ele.

Ele se acha um benfeitor da humanidade, mas na realidade não passa de um egoísta brincando também de Deus, pois a vida de muitos dependem dele e da empresa.

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O blog do Ronaldo Costa Rodrigues, o famoso Qualiblog mudou de endereço na WEB, finalmente se instalando em um domínio próprio! Agora o Qualiblog é um WeBlog!

CapturarEste é o novo caminho: www.qualiblog.com.br.

Para que possamos aproveitar ao máximo esta melhoria, o Ronaldo publicou um infográfico, para não possamos perder nada do que foi preparado para tornar a nossa navegação útil e interessante, clique aqui e aproveite este infográfico.

Sucesso para você, Ronaldo!

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RF242363Nos ambientes administrativos, como escritórios, ainda há uma resistência das pessoas em praticar o 5S por desconhecimento da metodologia e dos ganhos promovidos. Contudo, cada vez mais há uma tendência de as pessoas levarem os conceitos para as suas casas, contribuindo para os benefícios semelhantes aos que ocorrem nos ambientes de trabalho.

Em função da origem do 5S ter sido em instalações industriais, atualmente a sua aplicação é universal.

Nos ambientes administrativos, como escritórios, ainda há uma  resistência das pessoas em praticar o 5S por desconhecimento da metodologia e dos ganhos promovidos. A postura para o 5S  tem sido  inadequadamente de que o 5S  tem um benefício  apenas  estético  cujo  esforço  para  praticá-lo  não compensaria os  resultados obtidos. As dicas abaixo apresentam  ganhos  para  empresa  e  para  as  pessoas  com  a prática  do  5S  em  seus  escritórios.

O  grande  ganho  para  as  pessoas  dos  escritórios  com  a prática do 5S é a  racionalização de  tempo e o bem-estar em  um  ambiente  que  normalmente  é  compartilhado  por várias pessoas em um pequeno espaço. Ou seja, o 5S no escritório contribui para uma melhor qualidade de vida no trabalho.

No  SEIRISenso  de  Utilização,  as pessoas  fazem  uma  análise  de todos os  recursos e documentos mantidos nas mesas, gavetas e armários,  descartando  tudo que estiver em excesso,  sem uso  ou  que  sejam  obsoletos.

Para  a  empresa,  esta  prática gera  uma  redução  do consumo  de  itens  de escritório  (caneta,  papel,  tinta  de  impressora,  toner  de copiadora,  energia  para  iluminação  e  ar  condicionado, copos  descartáveis,  etc.).  Para  as  pessoas  esta  atitude individual e coletiva libera espaços para uma melhor organização, gerando uma garantia de que os documentos que ficam estão atualizados e são acessados com mais  facilidade.

Nos próximos posts, iremos continuar este assunto, mas aproveitamos para convidá-los a acessar o seguinte post, já publicado (clique no texto): Organizando a sua mesa de trabalho em um dia (Fonte: adaptado de www.organizesuavida.com.br)

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, Dica de Leitura, Posts de Hélio Rocha, Programa 5 S, Programa 8 S

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Na semana passada, ou seja, 10, 11 e 12 de janeiro de 2011 estivemos participando do desenvolvimento de uma equipe de Auditores Internos para o SiAC – nível A, na RV Dick S.A. Empreendimentos Imobiliários.

CapturarO conteúdo programático deste aprendizado considerou os seguintes tópicos:

  • Parte 1 – PBQP-H e SiAC;
  • Parte 2 – Gestão por Processos;
  • Parte 3 – Interpretação dos requisitos do SiAC – Nível A, e;
  • Parte 4 – Processo de auditoria Interna.

Na próxima semana, estaremos acompanhando a primeira rodada de auditoria interna nas áreas administrativas e canteiro de obra.

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Desejamos sucesso à todos e que aproveitem ao máximo esta oportunidade de melhoria!

Categorias: Formação de Auditores Internos, Nossos Clientes, PBQP-H, Posts de Hélio Rocha, SiAC - Nível A
Comments Off 8/01/2012 | Por: Hélio Rocha
Conselho de Administração: Como colocar em prática!

Antes restrito a um pequeno grupo de empresas, os conselhos de administração se multiplicaram nas companhias brasileiras nos últimos anos.

Apenas entre as listadas em bolsa, são 375. Na teoria, o papel do conselho é zelar pelo interesse dos acionistas e traçar estratégias. Mas muitos deles existem apenas para cumprir as exigências da Comissão de Valores Mobiliários. “Ainda são comuns os conselhos que funcionam apenas no papel”, diz Heloísa Bedicks, do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.

Neste post, iremos publicar tres arquivos que irão auxiliar a colocar em prática o Conselho de Administração em suas organizações:

  1. Reportagem publicada pela Revista Exameedição 143, sob o título “Como fazer – Conselho para valer”, de autoria de Lucas Amorim. Nesta reportagem, através de um “infográfico”, o autor apresenta as leis de ouro aplicadas pela Localiza. A saber, a maior empresa de locação de automóveis do país. Clique aqui para ter acesso a este “infográfico”;
  2. Manual IFC de Governança para Empresas Familiares, clique aqui para ter acesso a este manual, e;
  3. Guia Prático de Governança Corporativa, clique aqui para ter acesso a este guia.

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Categorias: 1-Gestão Estratégica, Dica de Leitura, Empresa Familiar, Momento de Reflexão, Planejamento Estratégico, Posts de Hélio Rocha

Vantagem-competitiva-pic[3]Atualmente os consumidores estão mais exigentes na hora da compra. Antes o  principal  fator  diferencial  era  o  preço. No  entanto,  alterações  na  economia,  nas relações  do  mercado,  e  a  difusão  da  informação  transformaram  não  apenas  os negócios, mas o relacionamento entre consumidor, produto e  fabricante.

Percebendo  isto, muitas  empresas  têm  adotado  a  qualidade  como  caminho para a sobrevivência da organização. E qualidade em  todos os aspectos,  incluindo finanças, venda pessoal, manutenção, gerenciamento, produção e serviços. O  foco é no sistema como um todo e não apenas na linha de produção.

No  setor  de  brinquedos,  vemos  as  indústrias  brasileiras  inseridas  num mercado  dinâmico  buscando  maximizar  a  satisfação  e  confiança  do  consumidor final. Com a expansão mercadológica e concorrência dos brinquedos importados, as indústrias  de  brinquedos  precisam  retomar  a  participação  no  meio,  através  de mecanismos  da  qualidade  que  as  auxiliarão  a  impulsionar  o  comércio  nacional  e manterem-se com vantagens competitivas.

Entre  outros  modelos  de  certificação  de  brinquedos,  especialmente  para fabricantes nacionais, é apresentado um sistema que avalia  tanto a qualidade do brinquedo,  como  o  processo  gerencial  e  operacional  da  indústria. Este modelo  de certificação  possibilita  a  modernização  tecnológica  da  indústria,  mobilização  de conhecimentos  e  habilidades  para  o  desenvolvimento  de  novos  produtos,  sendo possível  agregar  maior  valor  sob  a  perspectiva  do  cliente,  diferenciar-se  do concorrente e transformar as exigências da certificação numa vantagem competitiva para seu pólo industrial.

A proposta deste Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é de  estudar  as  legislações  que  normatizam  a  certificação  de brinquedos  com  ênfase  no Sistema  5 e  apresentar ações estratégicas  na  área  da qualidade, pra que as indústrias brasileiras se alinhem a este sistema com o objetivo de atenderem de forma eficaz as portarias e normas do INMETRO e transformarem este Sistema de Gestão da Qualidade em vantagem  competitiva para melhoria de seus  procedimentos,  qualidade  no  produto,  posicionamento  no  mercado, oportunidades de negócios e fidelização de clientes, desta forma contribuindo para o crescimento do setor de brinquedos.

Portanto,  o  eixo  problemático  da  pesquisa  é:  Será  possível  viabilizar  os requisitos  normativos,  do  Sistema  5  de  certificação  de  brinquedos,  em estratégias competitivas?

Clique aqui e acesse na integra todo o conteúdo deste trabalho.

Estamos à inteira disposição a quem possa interessar! Até a próxima!

Laíz Lopez dos Santos
Consultora Técnica
laiz.lopez@phortion.com
laizlopezs@hotmail.com

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 3-Gestão pela Qualidade, Certificação de Brinquedos, Nossas Alianças Estratégicas, Planejamento Estratégico, Posts de Laíz Lopez dos Santos, Sistema 4 - ISO Guia 28, Sistema 5 - ISO Guia 28, Sistema 7 - ISO Guia 28, Tendências

bola-de-cristal-negocios1A melhor maneira de saber o futuro é construí-lo” – Peter Drucker.

Quais são as perspectivas para o Brasil e o mundo no ano de 2012?

O primeiro ano da primeira Presidente foi de esforço, planejamento e ajustes.

Os jornais e as previsões apontam para um possível PIB de 3 a 3,3%.

Acima de tudo em nossas vidas não podemos perder o otimismo, entusiasmo e muito PLANEJAMENTO.

As oportunidades estão no mercado, não podemos baixar a cabeça e somente se preocupar com a crise da Europa, até porque já sabíamos que as coisas não estavam bem por lá.

O Brasil, as empresas, os brasileiros estão se acostumando com uma economia estabilizada e já conseguem planejar mais.

A queixa geral: não temos mais capacidade de pagar impostos e deve haver uma simplificação da burocracia na vida das empresas.

Alguns cuidados básicos devem seguir nossas ações de 2012.

Tantos as pessoas físicas como jurídicas precisam elaborar um Planejamento Estratégico. As pessoas físicas no mínimo transformar os sonhos em metas ao escrever suas metas para 2012, e as pessoas jurídicas terem ferramentas básicas para ter um bom 2012.  No centro de tudo estarão as PESSOAS, nosso principal ATIVO, tanto das pessoas físicas como das pessoas jurídicas.

Mas quais serão essas estratégicas para 2012? Abaixo algumas dicas:

  • Avaliar  o reflexo da crise Européia no resultado das nossas empresas, principalmente empresas que mantenham operações com esses países. A recomendação é CAUTELA;
  • Ter certeza que as vendas de nossas empresas mensalmente realmente geram lucro para a empresa. Os maiores clientes nem sempre geram o melhor retorno;
  • Continuar Investindo em Recursos Humanos, dar motivação para os talentos da empresa, desenvolver programas de treinamento, cargos e salários e criar atrativos para RETER os TALENTOS;
  • Ter os custos controlados e acompanhar os movimentos de inflação para não sermos pegos de surpresa.
  • Manter níveis de estoques dentro das necessidades de mercado, pois sempre vale a pena lembrar:  ESTOQUES PARADOS É CAPITAL DE GIRO PARADO.
  • Quem não tem uma área de Recursos Humanos, mudar a mentalidade do departamento pessoal para a visão de RH.
  • As empresas que terminaram 2011 com problemas de capital de giro, ocasionado por inadimplência, custos elevados, devem procurar apoio de Consultorias para readequar seu Planejamento e dar um novo rumo para seus negócios;
  • Para reduzir um problema financeiro ou problemas de planejamento, o gasto com Consultorias se torna um Investimento;
  • Continuar INOVANDO seus produtos, investimento em pesquisas para termos produtos competitivos;
  • Ter um orçamento rígido, com acompanhamentos mensais para que o Planejamento Estratégico não fique somente na teoria;
  • Em conjunto com o Contador e o Advogado realizar um bom Planejamento Tributário para o ano de 2012;
  • Responder a seguinte pergunta:  Por que estamos perdendo pedidos para nossos concorrentes?
  • Ter preocupação com o desenvolvimento sustentável;
  • Melhorar a gestão de riscos da empresa;
  • Continuar investindo em melhorias dos processos internos, investimentos em TI e diariamente observar os novos padrões de consumo, e;
  • Se envolver em trabalhos voluntários para que nossas entidades atendam cada vez mais pessoas carentes, disseminando fé, esperança, otimismo e pensamentos positivos.

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos
Contador e Mestre em Administração (UFRGS)
Professor da Fundação Getúlio Vargas
Consultor Empresarial nas áreas de Finanças, Planejamento, Controladoria, Perito e Auditor.
E-mail: volneifc@terra.com.br
Celular: 54 99 69 91 49

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Ferramentas, checklists, metodologias… um arsenal para você fazer o seu em 2012!

CapturarEm que mês estamos? Pare e olhe no calendário. Sim, o ano já começou, já é janeiro. Ao contrário do que muita gente fala, que ele só começa depois do Carnaval no Brasil, a partir do dia em que você volta à rotina de trabalho na empresa, após as festas de fim de ano, as metas continuam a existir para serem batidas, os clientes não atendidos com prontidão continuam a ser perdidos, bem como há os salários para serem pagos, as despesas de Natal, de Ano Novo… enfim, a roda continua a girar, então é hora de energia renovada, ânimo novo para começar mais um ano que está todo pela frente, esperando você fechar ótimos negócios e garantir cada vez mais vendas.

Este começo de ano também é hora de análise. Você já fez um balanço de 2011? Como foi o ano passado para as suas vendas? E a sua equipe, chegou aonde precisava? E você, desenvolveu-se, melhorou os pontos que estavam meio capengas no ano passado? Que porcentagem das suas metas do planejamento estratégico para 2011 foi alcançada? 100%?

Que ótimo! Agora, se você me diz (ou pensou): “Raúl, mas nem fiz esse planejamento no ano passado”, chegamos ao ponto-chave da nossa conversa.

Uma empresa, ou um profissional, não sobrevive sem se planejar. Por um tempo, isso até é possível, enquanto a empresa é pequena, mas, após certa fase, o planejamento é inevitável para garantir o crescimento contínuo e dar o norte de ações que a empresa vai seguir durante determinado período.

Então, esta matéria tem este objetivo: ajudar você a refletir sobre alguns itens estratégicos fundamentais e nos quais toda empresa, equipe ou vendedor deveriam prestar atenção ao traçar planos para um determinado período de tempo, como o planejamento para 2012!

DNA ORGANIZACIONAL

  • “Todo mundo concorda sobre o que temos de fazer, mas ninguém faz nada.”
  • “Perdemos mais uma oportunidade, enquanto decidíamos o que fazer.”
  • “É uma grande ideia, mas aqui? Nunca vai funcionar!”
  • “Se eu não fizer tudo ou ficar cobrando cada detalhe, nada acontece.”
  • “Os departamentos da empresa ficam brigando entre si, em vez de trabalharem juntos para atender melhor os clientes.”
  • “Para que vou fazer mais força, se não ganho nada com isso?”
  • “Vamos marcar uma reunião para decidir quando marcar uma nova reunião sobre isso.”

Alguma dessas frases (ou todas!) lhe soa familiar? Pois é, elas são muito comuns em algumas empresas. Segundo Gary Nielson e Bruce Pasternak, autores do livro Results, isso ocorre por problemas no que eles chamam de DNA organizacional. De acordo com os consultores, empresas são organismos vivos com DNA. E esse DNA é composto por quatro grandes blocos:

1. Estrutura – Organograma, cargos e salários

A princípio, as empresas montam estruturas que, teoricamente, dão suporte à sua estratégia (por exemplo: a decisão de organizar departamentos ou unidades de negócio por região geográfica, tipo de cliente ou produtos/serviços). Na prática, porém, é claro o desalinhamento. O problema mais comum é o excesso de cargos intermediários (burocracia) ou concentração em algumas áreas (muitas pessoas ou departamentos dependendo da autorização de apenas uma pessoa). Em vendas, é comum, por exemplo, vermos apenas um gerente cuidar de mais de cem vendedores, como se isso fosse possível.

E assim alguns problemas começam a surgir. As pessoas que decidem começam a ser soterradas por decisões simples, que poderiam ser tomadas por subordinados. Resultado: lentidão nos processos e morte da iniciativa, pois todos sabem que não adianta nada fazer algo ou ter uma ideia, se “alguém lá de cima” não aprova.

2. Direitos de decisão – Como e por quem as decisões são tomadas nas empresas

Os direitos de decisão, como o nome já diz, especificam quem tem autoridade para decidir alguma coisa. Em muitas empresas, ninguém quer decidir nada e fica por isso mesmo. Ter direitos de decisão claros e formalizados agiliza a empresa e facilita a execução – as coisas são mais rápidas e acontecem sem burocracia.

Em lugares em que os direitos de decisão não são claros, ninguém assume a responsabilidade sobre nada. Em lugares em que são concentrados demais, a concentração leva os decisores a gastarem a maior parte do seu tempo apagando incêndios operacionais, em vez de se preocuparem com assuntos mais estratégicos.

3. Motivação – Incentivos, planos de carreira, cultura e valores

O terceiro bloco do DNA organizacional é a motivação. Em geral, os funcionários de uma empresa não agem de maneira produtiva ou deliberada, nem tentam ir contra a estratégia definida. Pelo contrário: as pessoas respondem racionalmente ao que veem e entendem pelo que são premiadas. Não adianta pedir à equipe para fazer alguma coisa, se tudo o que eles veem ao redor vai contra o que é dito.

Exemplo típico em vendas: empresas que cobram qualidade na venda, bom atendimento ao cliente, fidelização, mas depois remuneram seus vendedores por volume de vendas (faturamento ou quantidade). Outro problema comum, o que podemos chamar de “complacência com a mediocridade”, é quando existem pessoas medíocres na empresa, e é público que elas são incompetentes, mas ninguém faz nada (pior, às vezes são promovidas), e então o restante da equipe também começa a ficar medíocre e desmotivado– ou abandona a empresa.

4. Informação – Métricas para definir e medir performances, processos internos para coordenar atividades e transferir informações e conhecimento

Por trás de tudo o que conversamos até agora existe uma coisa fundamental: informação. Ter certeza de que existe informação correta e de qualidade, disponível para as pessoas que precisam dela, é hoje um dos maiores desafios dentro de qualquer organização e também uma grande vantagem competitiva para as empresas que conseguem desenvolvê-la.

Um estudo feito pela consultoria Booz Allen mostrou que as empresas com os melhores resultados eram, justamente, as com maior foco na administração estratégica de seus esforços de comunicação com acionistas, clientes, fornecedores e equipe interna. O fluxo rápido e correto de informação permite não apenas reduzir custos, mas atender melhor os clientes e aproveitar as oportunidades que surgem no mercado.

Embora os autores tenham separado os blocos do DNA organizacional para ilustrar o assunto, fica claro que os quatro são completamente interdependentes. Mudar o DNA de uma empresa ou a unidade de negócio significa mexer, ao mesmo tempo, nos quatro blocos. Mudar apenas um não adianta. É preciso misturar inteligência, capacidade de decisão e um foco coletivo em metas comuns, no dia a dia das pessoas.

Segundo os consultores Gary Nielson e Bruce Pasternak, existem nove tipos de empresas, de acordo com o seu DNA. Se você tiver curiosidade em saber qual tipo de empresa é a sua, faça o teste no site da Booz Allen. Basta acessar, clicando aqui.

CHECKLIST PARA COMEÇAR
Análise de todo o histórico de vendas de 2011 feita, é hora de começar a colocar em prática o seu planejamento para 2012. Se nessa análise você tiver descoberto que os resultados não foram os esperados (é claro que você não chegou a essa conclusão só agora, eu espero, mas este é o momento em que os números dão a impressão de “darem um tapa na cara”), que tal uma reunião inicial com toda a equipe para planejarem como dar uma reviravolta nas vendas em 2012?

Leia mais clicando aqui »

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